semanárioOSM 277

2015-11-13

03/11/2015-09/11/2015

Mapeamento

  • malenki comenta no diário o desagradável aspecto da lista com os nomes dos últimos 240 usuários cadastrados no OSM. Parece óbvio que o sistema está desprotegido contra scripts e robôs de automatização de cadastro.

  • Mapeando nomes masculinos e femininos: Um grupo da Mapbox estudou a distribuição de ruas com nomes de pessoas e o gênero delas, com o objetivo de analisar a hierarquia social das cidades.

  • Martijn van Exel recebe da CrossCountryRoads.com a permissão para usarmos as imagens dela no mapeamento. Ele incentiva a busca por outras fontes que possam ser usadas, e descreve no diário como usa os dados oriundos daqueles sites para mapear saídas de rodovias. Mark Bradley obtém premissão da aaroads.com. (via talk-us)

  • Nate Smith tuitou sobre a recente atualização de interface do OpenAerialMap: beta.openaerialmap.org.

  • Liverpool é a primeira cidade a ter faixas de caminhada rápida. O usuário pizzaiolo convida a pensar como essas vias poderão ser mapeadas no OpenStreetMap.

  • oini inicia sua vida de mapeadora OpenStreetMap mapeando a cidade onde nasceu.

  • mvexel publica em diário um manual para o Traffic Flow Direction, um plugin de JOSM que fora criado pela Telenav com o objetivo de facilitar a correção de etiquetas oneway.

Comunidade

  • Mapeador em destaque: Dave Corley, da Irlanda

  • A discussão sobre o novo estilo do OSM Carto esquentou (tradução automática) no fórum alemão. Naturalmente também existe gente a favor das mundaças.

  • Glassman está querendo reescrever a mensagem de “boas vindas” do OpenStreetMap, para encorajar mais participação e mapeamento. Ele pede que as pessoas opinem sobre o que a mensagem deve ou não deve ter.

  • A comunidade holandesa discute (en) os dados da importação 3dShapes. Provavelmente eles são de 2002 e, claro, a paisagem mudou bastante desde então. É debatido se tais dados devem ser importados de fontes mais atuais, ou se devem ficar para serem manualmente atualizados.

  • John Willis explica o porquê dos mapas atualmente baseados no OSM não serem úteis para roteamento no Japão. Ele ainda disserta em um segundo e-mail.

  • Joost Schouppe fez algumas estatísticas da evolução dos dados nas diversas regiões da Bélgica.

  • Joost Schouppe escreveu à talk-be sobre o encontro do “Trage Wegen” / “Estradas Lentas”, uma organização que cataloga caminhos de pedestre, ainda que eles não mais existam. Tal estratégia torna difícil usar os dados no OSM, mas um grupo do OpenStreetMap vai participar de “dias de catalogação” — que são como festas de mapeamento — com o objetivo de trocar informações, dados, e talvez identificar entre eles algum mapeador em potencial.

    (Niederländisch)

  • O usuário JAT86 explica o porquê de ter saído do projeto Wikimapia e ter vindo para o OpenStreetMap.

  • O usuário ramyaragupathy escreve sobre o progresso da correção dos alinhamentos de estradas no Japão.

Importações

  • Andy Wilson quer importar edificações em Austin, Texas. Ele tem uma página wiki apresentando a proposta de importação. É a segunda tentativa e o trabalho está parado, talvez por ainda não ter sido discutido suficientemente.

  • Nicholas Doiron tem solicitado ajuda, dicas e feedback a respeito de um conjunto de dados que contém “townships” (pequenas localidades) em Myanmar. Até agora ele não obteve qulaquer resposta.

Fundação OpenStreetMap

  • Board Elections ‒ as eleições do conselho de administração. “Quatro assentos disponíveis, e somente três candidatos até agora?” Os interessados tem até as 16h (UTC) do dia 21 de novembro para se apresentar. Existem perguntas para eles.

Eventos

  • Em Condeixa-a-Nova, Portugal, o GIS day 2015 será celebrado com uma festa de mapeamento dedicada ao mapa do centro. Querem mapear vias e parques, e para o turismo. (vi talk-pt+Eventbrite)

  • Acontecerá uma mapatona em Madri, no próximo 21 de novembro. O evento está sendo organizado por Medialab-Prado, HOT e Geoinquietos. (via tweet+meetup)

OSM Humanitário

  • Yantisa Akhadi, líder no Time Humanitário do OpenStreetMap na Indonésia, compartilha no Slideshare sua apresentação sobre utilização do OpenStreetMap para gerenciamento de calamidades: “OpenStreetMap for Disaster Management” (em inglês).

Mapas

  • Há uma petição no change.org para que Google Maps e OpenStreetMap corrijam fronteiras de dois Estados indianos. (via tweet)

  • O mapa no blog hamburgsbruecken.de quer reunir todas as pontes de Hamburgo, Alemanha. Um clique no marcador da ponte abre um pequeno resumo sobre ela, e um clique no nome da ponte (título no marcador) abre um artigo repleto de detalhes sobre aquela ponte em particular, até com fotos.

  • Mapworks é uma ferramenta que ajuda a projetar e estilizar rapidamente um mapa, a partir do OpenStreetMap — que já é lindo! ;) Atualmente o sistema está em versão alpha e permite o download de seus resultados como imagem PNG ou arquivo SVG.

  • A postagem de blog “Mapas curiosos sobre comida” (em espanhol) compartilha a ideia de como pode ser interessante ver representadas em mapa variáveis estatísticas relacionadas com comida e alimentação. O artigo mostra um mapa da produção de comidas, por exemplo.

  • O usuário MorbZ comunica via fórum que desenvolveu um analisador de restrições. O projeto está no GitHub e lida com restrições de conversão.

  • Patricio Gonzalez Vivo criou um mapa vivo que mostra a posição atual da ISS (Estação Espacial Internacional) em relação ao chão da Terra. (via @miichidk)

  • Todo os anos Tobias supervisiona um “mapa para o Natal”, na comuna francesa de Phalsbourg. Dentro do OSM, vias e relações são etiquetadas com a chave xmas:feature, então o XmasMap pode exibi-las da sua forma especial. O projeto do software faz uso de Leaflet e Overpass API.

Dados abertos

  • Após a liberação dos dados de alta resolução do LIDAR cobrindo toda a Inglaterra (noticiada no semanário 274), dados equivalentes agora foram liberados para o País de Gales, sob UK Open Government License.

  • Imagens do NAIP 2015, o programa nacional de imagens de satélite para a agricultura dos Estados Unidos, estão disponíveis para download através do site do GDG, uma importante fonte de dados americana sobre recursos ambientais e naturais. Porém, não está claro se realmente essas imagens podem ser usadas para mapeamento no projeto OpenStreetMap. Saiba mais…

  • Aparentemente não é para todos que está óbvio como aproveitar a base de dados do OpenStreetMap. Para se ter imagens em vetor, a partir do OSM, não é necessário fazer a coisa no braço. ;) (via @sp8962)

Licenças

Software

  • “Um mapa para pessoas que não enxergam” — é a ousada proposta do Nearby Explorer Online, um aplicativo para Android que está disponível gratuitamente no Google Play. Utilizando-se da base de geodados aberta do OSM, ele promete falar o caminho ao usuário cego. Começou em Louisville, Kentucky (EUA), e vem aí uma versão para iOS!

  • No dia 8 de outubro, pouco depois do lançamento da versão 3.13.0, a aplicação Locus ganhou a 3.13.1. Não se sabe ao certo; provavelmente foi correção para algum bug.

Desenvolvimento

Você sabia…

  • …dos kits do HOT? Durante a primeira missão no Haiti surgiu a ideia de um kit de mapeamento completo e auto-contido. Eles permitem que habitantes locais continuem a colaborar com o OpenStreetMap mesmo depois do time humanitário se retirar. Os kits são compostos por maleta resistente, notebook, impressora/scanner, unidades de GPS, e cabos.

  • …da ferramenta de contole de qualidade para roteiros belgas e holandeses de ciclismo e caminhada?

Outras coisas “geo”

  • Mapbox tem blogado sobre técnicas para tornar as imagens do satélite Landsat8 mais nítidas.

  • Nos últimos anos tem se dado muita atenção à diminuição do nível do mar no oceano Ártico. O blogueiro Bjørn Sandvik mostra através de gráficos e imagens do globo terrestre como o derretimento acontece a cada mês, ou mesmo todos os dias.

  • OpenSolarMap é um projeto “crowdsourced” para achar os melhores telhados onde colocar painéis solares. É um dos projetos do desafio para as mudanças climáticas.

    (Französisch)

  • OpenSteetMap mais uma vez é usado. Dessa vez, para descrever uma aventura: 12 mil quilômetros pedalados por 24 países. Algumas vezes esses dois cicloturistas — que sabem o que é viver! — se deixaram ser transportados por motivos de doença, para evitar o estresse e chegar logo à próxima cidade. Mas isso é o de menos, não é?! O ponto mais alto: 4803 metros. Durante a descida eles atingiram 80 Km/h. Uau! :) Um arquivo GPX detalha a rota dessa cicloviagem.

Este semanárioOSM foi produzido por .


Leave a reply

Comments loading…